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domingo, 14 de agosto de 2011

A difícil arte de conviver


“Conviver bem com vizinhos depende também da sua atitude. Para se relacionar sem problemas com os moradores do apartamento ao lado basta um pouquinho de jogo de cintura e muito respeito às regras de convivência”.

Na comunidade
Você vai querer se sentir parte de uma comunidade. Use o condomínio como o balão de ensaio para se aproximar das pessoas, compartilhando interesses e experiências.

É simpatia
Apresentar-se a vizinhos que acabam de se mudar, oferecendo-se para o que for necessário e para um cafezinho em sua casa, é a melhor maneira de começar a criar laços.

Com educação
Quando há clareza nas normas e todo mundo está acostumado a respeitá-las, a vida flui de maneira mais serena. Fique sempre atento aos deslizes – os seus e os dos outros.

Só gentileza
Segurar o elevador se tiver mais alguém para subir é o básico, embora muita gente tenha se esquecido disso. E cumprimentar a todos, de preferência pelo nome.

Em silêncio
Não é preciso isolar acusticamente as dependências do apartamento. Basta que os horários de silêncio sejam respeitados. E conforme-se: uma vez ou outra, alguém dará uma festa.

É festa!
Você vai adorar receber seus amigos. Mas convide para a festa o vizinho mais próximo caso vá fazer barulho até mais tarde. Se o agito não for todos os dias, ele vai levar numa boa.

Sem calote
Tudo está nos trinques, pois pagar o condomínio em dia, evitando uma sobrecarga financeira aos condôminos, é a melhor maneira de ter fôlego para fazer melhorias no prédio.

Mais economia
Preservar os benefícios que forem de uso de todos (como cuidar para manter em uso a área de lazer ou não usar a torneira do jardim para lavar o carro) faz todos economizarem.

Sem abuso
O porteiro é atento e educado – mas ninguém vai pedir para ele carregar aquele armário que está sendo trocado em seu horário de almoço. Ele é funcionário de todos.

Com presença
Reuniões objetivas e com um roteiro economizam tempo e paciência. Participar das reuniões para depois não reclamar do que foi decidido em sua ausência é importante.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Este som é livre mesmo?

ESSE SOM É LIVRE, MESMO?

A música católica está se globalizando. Literalmente. Já não é de estranhar a exibição de alguns de nossos artistas na telinha da Rede Globo, no intervalo de um jornal ou de uma novela. As grandes gravadoras perceberam que a música católica também tem mercado e, portanto, dá rendimentos. É óbvio que não se tem interesse algum com a evangelização, muito menos com a propagação da fé católica. Mas o mercado é assim: deu lucro, é suficiente. Não importa mais a qualidade ou a finalidade do produto. A idéia é uma só: vender, vender e vender.
  
Nos últimos anos temos assistido a uma crescente e preocupante migração de uma parcela de nossos músicos para gravadoras seculares. O que estaria subjacente a essa migração? O desejo de ser artista, segundo a concepção mercantil? Ora, sabemos que quanto melhor divulgada a música, mais discos são vendidos, mais dinheiro é exigido pelos shows e, consequentemente, as gravadoras, agenciadoras e os próprios cantores lucram mais. Tudo isso com o selo de música católica.
  
Não sou contra a divulgação da nossa música. Muito ao contrário. Preocupa-me, porém, a forma como isto tem sido feito. Com o intuito de agradar o grande público, corre-se o perigo de não mais cantar o que deveria, mas o que é facilmente aceitável.

 A música católica está na iminência de secularizar-se. Sob pena de não se encaixarem nos parâmetros midiáticos, parte de nossos artistas estão submetendo-se a algumas exigências do mercado fonográfico. É o caso, por exemplo, dos cantores seculares que compõem o rol de ‘padrinhos e madrinhas de apresentação’, fazendo participações nos discos católicos e que aparentam ser incumbidos de uma missão: tornar o produto mais vendável.
  
O som que temos ouvido nas rádios e nos discos, nos shows e nos programas de auditório é, de fato, livre, ou há tempo foi tolhido – para não dizer esmagado – pelas exigências da globalização e do mercado? Na ânsia de um som livre, nossa música pode está, na verdade, aprisionando-se e tornando-se servil, sem voz, sem autonomia e talvez por isso, sem o poder e a unção que deveria ter.

Vavá Silva
Consagrado da Comunidade Remidos no Senhor
www.remidosnosenhor.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

COMO PLANEJAR E MONTAR UM ORÇAMENTO MENSAL
Por Thais Oliveira

Você sabe quantas contas tem para pagar todos os meses? Consegue controlar seus gastos sem que falte dinheiro no fim do mês? Elaborar e utilizar um orçamento pode ajudar nessa tarefa de controle das finanças domésticas.

Listando os gastos
O primeiro passo para montar um orçamento consiste na listagem de todas as obrigações mensais com as quais você tem que arcar. Contas de água, luz, telefone, TV a cabo, celular, fatura de cartão de crédito, mensalidades escolares e gastos cotidianos, como compras de mercado, idas ao salão de beleza, gastos com combustível do automóvel, entre outros. Tudo isso deve ser levantado. Liste e revise quantas vezes forem necessárias até que tenha certeza de que não falta nada.
Tarefa cumprida, parta para outra listagem. Desta vez você deve considerar aquelas contas ocasionais, mas que se repetem num certo período mais longo de tempo que não mensal: compra de presentes de natal, gastos com férias, IPVA e manutenção do automóvel são alguns exemplos. Além do orçamento mensal, é necessário ter um outro paralelo – o anual.
Sugiro a utilização de uma planilha de Excel, que facilitará a montagem do orçamento. Essa primeira parte pode ser disposta na planilha em uma coluna. O segundo passo consiste em adicionar, na coluna seguinte, os vencimentos correspondentes para cada uma das contas listadas. Por exemplo, suponha que sua conta de celular vença todo dia 10 do mês. É essa data que deverá ser colocada na segunda coluna, ao lado da conta correspondente.

Estabelecendo metas
A próxima etapa é o estabelecimento de metas. Determine valores, em reais, para cada uma das contas. Considere um histórico de pagamentos e analise a média mensal de gastos. Não apenas utilize essa média como valor. O ideal é que você tente reduzir as despesas, atribuindo metas inferiores à média, mas realistas.
Além dos gastos rotineiros, você deve considerar também que podem haver imprevistos que exigirão um desembolso adicional, e você deve estar preparado para isso. Portanto, adicione ao seu orçamento uma “reserva de emergência”, destinada exclusivamente para esses imprevistos. Essa reserva pode ser cumulativa para o mês seguinte. Por exemplo, caso você tivesse destinado R$ 100 mensais para os imprevistos, mas no mês de janeiro apenas R$ 50 foram gastos, em fevereiro você pode adicionar apenas o valor para atingir o planejado, ou seja, mais R$ 50 apenas.
Gastos rotineiros e ocasionais e reserva de emergência devidamente planejados, há mais um fator importante que deve ser levado em conta – você. Depois de pagar todas as contas, é preciso que sobre um dinheiro para ser gasto consigo mesmo. Lazer, roupas, calçados, livros, almoços e jantares especiais são despesas de fundamental importância que também precisam ser planejadas. Assim como já foi feito, estabeleça metas de gastos para cada uma dessas categorias, destrinchando-as para facilitar o controle. Por exemplo, o lazer pode ser fragmentado em cinema, teatro, shows, boates e outros mais que achar que devem ser considerados. Essa parte do planejamento é muito interessante, já que além do acompanhamento dos gastos e das metas para os mesmos, você estabelecerá metas também para sua diversão. Ir ao cinema uma vez ao mês, sair para jantar fora duas vezes, etc. Será criado o hábito da auto-disciplina também nesse sentido. Crie, portanto, uma “poupança compulsória” pessoal que será destinada a seu bem-estar.
Outra reserva que pode ser criada – e cabe a você decidir tê-la ou não – é uma certa quantidade de dinheiro mensal para fins financeiros, ou seja, para que renda e multiplique suas receitas. Este será um tema tratado posteriormente em outra lição e, portanto, não vou adentrá-lo por ora.
Como as reservas citadas acima não têm prazo de vencimento, como as contas, estabeleça você um dia no mês em que deverá ser destinado o valor determinado para cada uma delas.
Por fim, adicione à planilha, também, todas suas fontes de rendimento, com as respectivas datas de recebimento. Esse é outro passo fundamental, não podendo faltar nada, já que é a partir dos rendimentos que você determinará o quanto e como pode gastar. Como todo sabemos, as despesas não devem superar a receitas.

Fonte: http://www.clube-do-dinheiro.com/2010/12/05/como-planejar-e-montar-um-orcamento-mensal/

Epicuro e a felicidade

Acompanhe, abaixo, uma série filosófica chamada "Um guia para a felicidade".
Nesta primeira postagem vamos disponibilizar o vídeo "Epicuro e a felicidade", onde o filósofo grego é um dos primeiros a abordar o tema, escrevendo a "carta sobre a felicidade".
Seria, talvez, o primeiro escrito sobre esta temática que se tem notícia.